solitude (e a transformação)

   Estive sentada tomando a quarta ou quinta xícara de café do dia, lendo Jane Eyre como quem se alimenta das palavras. Nunca me cansarei de exaltar a literatura das três irmãs Brontë. O que, particularmente, sempre foi uma das coisas mais chamativas nas narrativas delas, além das fortes personagens femininas, é a própria descrição… Continuar lendo solitude (e a transformação)